GRITOS NO VAZIO PDF

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GRITOS NO VAZIO - A HISTORIA DE MARY BELL - Ebook written by GITTA SERENY, ERICK RAMALHO. Read this book using Google Play Books app on your. Gritos No Vazio II by Valdir Silva Jr is Poetry Dando continuidade ao conteúdo que possuo, esta é a segunda parte do Gritos No Vazio. Gritos No Vazio 3 by Valdir Silva Jr is Poetry Mais um compilado de textos do meu blog pessoal. Ao todos reuni 12 obras das 24 do ano de.


Gritos No Vazio Pdf

Author:KYLA CIANFRANI
Language:English, French, Arabic
Country:Rwanda
Genre:Politics & Laws
Pages:245
Published (Last):13.02.2016
ISBN:780-6-23421-423-3
ePub File Size:17.50 MB
PDF File Size:11.59 MB
Distribution:Free* [*Registration needed]
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Livro: Gritos No Vazio (pdf). autor: Gitta Sereny. 0. 1 2 3 4 5. 0 avaliaes. Download em pdf centenas de ttulos de livros. adicione. J li; Estou. 5 days ago Gritos No Vazio 3. By: Valdir Silva Jr. Mais um compilado de textos do meu blog pessoal. Ao todos reuni 12 obras das 24 do ano de By: Anthea Mtende-Ghobede. This is a short poem collection.I have written a few some what romantic poems in this book. Gritos No Vazio II.

Isto , temos de observar-nos a ns mesmos, porque ns somos o mundo, porque h em ns infelici dade, dor, isolamento, desespero, ansiedade, medo, porque somos levados pela ambio, a avidez, a inveja - somos tudo isso.

No somos o que imaginamos ser nomeadamente que somos Deus e tudo o mais; isso s especulao absurda. Temos de partir dos factos e de aprender a respeito de ns mesmos. Assim, h diferena entre aprender e acum ular conhecimentos.

O aprender infinito; o aprender sobre 28 ns mesmos no tem fim. E, portanto, a mente que no est a acumular, mas a aprender constantemente, capaz de observar os seus conflitos, as suas tenses, as suas dores, os seus secretos desejos e medos. Se formos capazes de fazer isso, no ocasionalmente, s de vez em quando, mas todos os dias, em cada minuto - e isto possvel - se estivermos constantemente a observar, ento veremos que temos uma energia extraordinria.

Porque ento a contradio connosco prprios estar a ser compreendida. Com a palavra compreender no me refiro a algo intelectual. A mente que est fragmentada nunca pode r compreender. Quando dizemos Compreendo uma determinada coisa intelectualmente, o que queremos realmente dizer que ouvimos a palavra, e compreen demos a palavra - o que no tem nada a ver com compreenso.

Compreenso implica no s a natureza semntica, o sentido da palavra, mas tambm a apreenso do contedo total dessa palavra, e a plena tom ada de conscincia do seu significado ao aplicar-se a ns mesmos. Assim a compreenso no uma questo meramente mental, um mero processo intelectual.

S podemos compreender alguma coisa quando aplicamos a mente, o corpo, os sentidos, os olhos, os ouvidos, o nosso ser inteiro. E dessa compreenso nasce a aco total, e no uma aco fragmentria, contraditria. Assim o que interessa - especialmente queles que so realmente srios - compreender. E a vida exige que sejamos srios, porque no podemos viver neste mundo levianamente.

No podemos s estar interessa 29 dos nas nossas prprias aflies, nos nossos divertimen tos, nos nossos prprios medos.

iluminaes editorial estampa

Fazemos parte do mundo e temos de compreender-nos a ns mesmos e de compreender o mundo. Esta compreenso exige extraordinria seriedade, e isso uma tarefa imensa. E quando se srio tem de se levar ao mximo essa compreenso, temos de ver tudo o que a existncia implica.

Temos, pois, de compreender o conflito - compreen der, e no dominar. No devemos tentar neg-lo nem fugir dele, mas compreend-lo, ver todo o seu signifi cado, estando atentos s nossas vrias contradies, na palavra, no pensamento, na aco. Geralmente vivemos vidas duplas - ou triplas ou mltiplas Funcionamos em fragmentos, o nosso ser est fragmentado; deseja mos as coisas mundanas, desejamos todas as comodi dades que nos so devidas.

O conforto, obviamente, necessrio, mas com o conforto vem a exigncia de segurana. E no s desejamos estar seguros nos nossos empregos - o que uma reaco natural e s mas tambm estar seguros psicologicamente, interior mente.

Ser possvel alguma vez estarmos psicologicamente seguros - ou seja, psicologicamente seguros nas nossas relaes e psicologicamente seguros com aquilo com que estamos identificados? A segurana exterior , obviamente, necessria. Exteriormente, absolutamente necessrio ter um abri go, um lar, um emprego; mas no nos contentamos com isso.

Queremos estar seguros psicologicamente, interior mente; e a comea a inquietao. Nunca investigamos 30 se h realmente segurana interior, mas dizemos que temos de estar em segurana interiormente, e assim surge a iluso. A partir desse momento comea toda uma srie de conflitos interminveis. Temos, pois, de descobrir, por ns mesmos, a verdade relativam ente a este enorme problem a de segurana psicolgica - sem dependermos do que outra pessoa diz.

Psicologicamente estamos inseguros; por isso criamos deuses e estes deuses tornam-se a nossa segurana permanente. E isso gera conflitos.

Com preendem o que entendemos por conflitos? Queremos referir-nos contradio, aco fragmentria, aos pensamentos incoerentes, aos desejos que se opem entre si, s exigncias contraditrias - as presses do mundo e a exigncia interior de viver em paz com o mundo; a necessidade de encontrar algo, alm da existncia diria, montona e sem sentido, e o estar-se enredado nessa existncia, e desesperado, sem nunca se encontrar soluo para esse desespero e para o imenso sofrimento - um sofrimento no apenas pessoal, mas tambm o sofrimento do mundo.

E nunca encontrar mos uma saida para este sofrimento. Tudo isto cria contradio, da qual podemos ou no estar conscientes. E quando a mente est em contradio, tem de haver conflito. E, como bvio, a mente que est em conflito no pode avanar, pode prosseguir na iluso, mas no pode avanar para descobrir se h algo alm do tempo, alm da medida do homem.

Esta , certamente, a funo da religio. A funo da mente religiosa descobrir o verdadeiro. E a verdade no pode encontrar-se num 31 templo, num livro, por mais antigo que seja. Temos de descobri-la por ns mesmos. No podemos compr-la com lgrimas, com oraes, com repeties, com rituais - esse caminho leva ao absurdo, iluso, ao desequil brio psicolgico.

Assim, a mente sria tem de estar consciente deste conflito. Com estar consciente quero dizer observar, escutar. Escutar, ouvir atentamente, uma arte. Na verdade, escutar um som uma arte extraordinria. No sei se j escutaram realmente um som - o som de um pssaro pousado numa rvore, ou o distante buzinar de um carro. Ao escutarem, sem julgar, sem identificar esse rudo com uma determinada ave ou um determi nado carro, ou um determinado rdio na casa ao lado, mas ao escutarem apenas, vero - se assim escutarem como se tornam extraordinariamente sensveis.

A mente torna-se extraordinariamente desperta quando escuta mos, simplesmente - sem interpretar o que ouvimos, sem tentar traduzi-lo, sem o identificar com o que j conhecemos - pois tudo isso nos impede de escutarmos simplesmente - se escutarmos os nossos pensamentos, as nossas exigncias, o desespero em que estamos - sem tentar interpretar, sem traduzir nada, sem tentar fazer alguma coisa em relao a isso - ento veremos que a nossa mente se torna espantosamente lcida.

E s a mente extremamente lcida, a mente s equilibrada, racional, lgica e sem nenhum conflito, consciente ou inconsciente - s essa mente pode ir mais adiante, e descobrir, por si prpria, se h uma Realidade. S essa mente religiosa.

E s essa mente cpaz de resolver os problemas deste mundo. E se no formos capazes de os resolver logicamente, com equilibrio, saudavelmente, com a mente livre de todo o conflito, estaremos apenas a criar mais confuso, mais infelicidade para o mundo e para ns mesmos. Assim a primeira coisa que cada um tem de apren der, por si, observar com ateno, escutando todos os murmrios, todos os medos, iluses, desesperos, do seu prprio ser.

E veremos, ento, por ns mesmos - e isso no precisa de provas, nem de gurus, nem de livros sagrados - se h uma Realidade. E encontraremos, ento, um extraordinrio sentimento de libertao do sofrimento. E nisso h claridade, beleza e aquilo que hoje falta mente humana - a afeio, o amor, 12 de Janeiro de 33 Para se compreender completamente uma coisa, trivial ou importante, tem de se lhe dar uma ateno total, desbloqueada e livre.

De outro modo no possvel compreender - especialmente aquelas coisas que requerem cuidadoso estudo e intimo conhecimento.

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Para se prestar ateno tem de haver liberdade; se assim no for a ateno no possvel. N o podemos dar-nos completamente a uma determinada coisa se no esta mos livres. E para compreender essa coisa extraordin ria a que se chama Verdade - simples e ao mesmo tempo complexa - temos de dar-lhe essa ateno sem bloqueios.

E, como disse, a liberdade essencial. Porque a Verdade no pertence a nenhuma religio, a nenhum sistema, nem pode ser encontrada em livro algum. N o podemos aprend-la de outro, nem a ela ser levados por outro.

Temos de compreend-la intei ramente e de entregar-nos a ela assim, temos de chegar Verdade livres, descondicionados e num estado em 35 que a mente se compreende a si mesma, libertando-se assim de toda a iluso.

A liberdade - ser livre - est a tornar-se cada vez mais difcil. A medida que a sociedade vai sendo mais complexa, e a industrializao se torna mais vasta, mais profunda e mais organizada, h cada vez menos liber dade para o homem.

Como se pode observar, quando o Estado se torna todo-poderoso ou quando ele alcana bem-estar social, preocupao desse Estado com os cidados to com pleta que h cada vez menos liberdade exterior. E exteriormente a pessoa torna-se escrava da sociedade, da presso da sociedade; nesta presso da existncia organizada, a existncia tribal deu lugar ao controlo centralizado, organizado, industriali zado.

H cada vez menos liberdade exterior. Onde h mais progresso h menos liberdade. Isto evidente, um facto observvel em toda a sociedade que se torna mais complexa, mais organizada. Assim, exteriormente h a presso do controlo, a moldagem da mente do indivduo - tecnologicamente, industrialmente.

Sendo exteriormente to constrangida, a pessoa tende naturalmente a entrincheirar-se psicolo gicamente, interiormente, cada vez mais, num determi nado padro de existncia. Isto tambm um facto evidente. Assim, para quem bastante srio para investigar se h, de facto, uma Realidade, para descobrir o que a Verdade - a Verdade no construda pelo homem; com o seu medo, o seu desespero; a Verdade que no uma tradio, uma repetio, um instrumento de propagan da - para se descobrir isso, tem de haver completa 36 liberdade.

Exteriormente, poder no existir liberdade, mas interiormente, tem de haver absoluta liberdade. Compreender esta questo da liberdade das coisas mais difceis. No sei se j reflectistes profundamente sobre isso. Ainda que j tenhais pensado no assunto, sabeis o que significa ser livre? Por liberdade no entendo uma libertao abstracta, ideal - isso dema siado terico e distante, pode no ter qualquer realida de; pode ser uma inveno de uma mente cheia de desespero, de medo, de agonia, que construiu verbal mente, intelectualmente, um modelo, na esperana de alcanar um determinado estado verbal, mas isso no uma realidade.

No estamos a falar de liberdade como uma abstraco mas como uma realidade; falamos da liberdade quotidiana, interior, em que psicologicamente no h sujeio a coisa alguma. Ser isso possvel? Teoricamente, idealmente, talvez seja possvel.

Mas aqui no nos interessam ideias, nem teorias, nem esperanas de tipo religioso e especulativo; s nos interessam factos. Psicologicamente, interiormente ser possvel a men te estar totalmente livre? Exteriormente, pode-se ir para o emprego todos os dias, pertencer a uma certa catego ria de pessoas, a uma determinada sociedade, etc.

Mas devero as tenses e as presses do condi cionamento exterior, do ajustamento externo ao padro de uma determinada sociedade - dever isso dominar a psique, todo o processo do nosso pensamento?

O despertar da sensibilidade - Krishnamurti.pdf

E haver realmente completa liberdade psicolgica? Porque sem liberdade, sem absoluta liberdade psicolgica, nenhuma 37 possibilidade existe de descobrir a Realidade, de desco brir o que Deus - se tal ser existe.

A liberdade absolutamente necessria mas a maioria de ns no deseja ser livre - esta a primeira coisa que temos de reconhecer. Assim, ser possvel estarmos psicologicamente li vres, de modo a podermos descobrir, por ns mesmos, o que a Verdade?

Porque no prprio processo ou no prprio acto de com preender o que a Verdade, ficamos capazes de ajudar o nosso semelhante; de outro modo, no podemos ajudar; de outro modo criamos mais confuso, mais sofrimento para o ho mem - o que, alis, bvio, como mostram todas as coisas que esto a acontecer. A verdade que com unicada por outro, que descrita ou ensinada por outro - por muito sbio ou inteligente que seja - no Verdade. Somos ns que temos de ir descobri-la, de compreend-la.

Retiro a expresso ir descobri-la - no podemos ir desco brir a Verdade; no podemos pr-nos procura, consciente e deliberadamente, para a encontrar.

Temos de encontrar inesperadamente a Verdade no escuro, desprevenidamente. Mas no podemos assim encon tr-la se, no ntimo, a nossa mente, a nossa psique, no estiver completa e totalmente livre. Para descobrir qualquer coisa, mesmo no campo cientfico, a mente tem de estar livre. Tem de estar descondicionada para ver o que novo. Mas, em geral, infelizmente, a nossa mente no fresca, nova, inocente - para ver, observar, compreender.

Estamos cheios de experincias, no s das experincias que 38 acumulmos recentemente - com recentemente que ro dizer nos ltimos cinquenta ou cem anos - mas tambm da experincia humana imemorial.

Estamos confusos e bloqueados por tudo isso, que constitui o nosso conhecimento, consciente ou inconsciente; o conhecimento consciente o que adquirimos atravs da instruo que recebemos neste mundo moderno, no nosso tempo.

Ora, importante, quando estais a ouvir estas pala vras, que escuteis realmente. Penso que h diferena entre escutar e ouvir. Podem os ouvir palavras e interpret-las, dando-lhes o nosso prprio significado ou o significado segundo um certo dicionrio, e ficar ao nvel da comunicao puramente verbal. E quando se ouvem palavras dessa maneira, intelectualmente, h concordncia ou discordncia.

Prestemos um pouco de ateno a isto, por favor. N o estamos a trocar opinies. N o estamos a investigar dialecticamente a verdade de opinies. Estamos a investigar, a tentar compreender a Verdade - no a verdade de opinies, no a verdade do que outros disseram. Se escutarmos o que inteiramente diferente de ouvir, apenas - ento no h nem concordncia nem discordncia.

Estamos realmente a escutar, para descobrir o que verdadeiro e o que falso - e isso no depende do nosso julgamento ou opinio, do nosso conhecimento, ou do nosso condicionamento. Temos assim de escutar, se queremos ser verdadei ramente srios. Se se deseja ser superficial, estar apenas entretido com um passatempo intelectual, tambm est certo. M as se somos realmente srios e sentimos a 39 urgncia de descobrir o que a Verdade, temos de escutar.

O acto de escutar no implica concordncia ou discordncia. E essa a beleza do escutar. Ento compreendemos totalmente. Se escutarmos aquele corvo, veremos que estamos a dar ateno to completamente que no comparamos, que no interpretamos o som, como o som produzido por um corvo. Estaremos a escutar puram ente o som, sem interpretao, sem identificao, e portanto sem comparar. E assim o acto de escutar. Ora, se estamos a comunicar verbalmente - e isso o que nos possvel fazer - ento temos no apenas de ouvir a palavra - isto , a natureza e o significado dessa palavra - mas tambm de escutar, sem concordar ou discordar, sem comparar, sem interpretar, temos real mente de dar toda a ateno.

Ento, veremos, por ns mesmos, imediatamente, o significado de tudo o que a palavra liberdade implica. Pode-se compreend-lo ins tantaneamente. A compreenso, o acto de compreender imediato, quer acontea amanh ou hoje. O estado de com preenso , p o rtan to , intem poral; no um processo gradual, um processo acumulativo. Assim, no estamos s a comunicar verbalmente uns com os outros, mas estamos tambm, realmente, a escutar-nos uns aos outros. Estais a escutar-vos a vs mesmos, ao mesmo tempo que estais a ouvir este que vos est a falar.

O que ele est a dizer no importante, mas o que escutais importante - vede, por favor, que isto no um jogo intelectual. Porque o ouvinte, cada um de vs, que tem de descobrir o que a Verdade; o ouvinte que tem de compreender toda a estrutura, toda 40 a anatomia, toda a profundeza e plenitude da liberdade. O orador est apenas a comunicar verbalmente.

E se estais s a ouvir as palavras e dizeis: Essa a sua opinio, Esta a m inha opinio, Concordo, Discordo, Foi isso que Buda ou Shankara disse ento, vs e eu no estamos a comunicar. Ento, estamos apenas a entreter-nos com opinies - pelo menos vs estais. Assim, temos de ver com muita clareza, logo desde o comeo, para que no estejamos s a ouvir a comunicao verbal - a palavra, o signifi cado e a natureza da palavra - mas tambm a escutar.

Tendes assim uma dupla tarefa - ouvir as palavras e escutar. Naturalmente, a palavra que ouvis tem um significado e esse significado evoca certas respostas, certas lembranas, certas reaces.

Mas, ao mesmo tempo, tendes de escutar sem reaco, sem opinios, sem julgamento, sem comparao. A vossa tarefa assim muito maior que a do orador, e no o contr rio, que aquilo a que geralmente se est habituado: o orador faz o trabalho todo e fica-se apenas a ouvir, a concordar ou discordar, e depois cada um vai-se embora muito animado e satisfeito, intelectualmente estimulado. Mas tal estado no tem qualquer valor - para isso tambm se pode ir a um cinema.

Mas, quando uma pessoa verdadeiramente sria, essa seriedade exige uma ateno completa, uma aten o aprofundada, que vai at ao fim. Essa pessoa sabe certamente a arte de escutar. E se sabeis esta arte, no preciso dizer mais nada.

Ento escutareis a voz do corvo, do pssaro, o sussurrar da brisa entre a folha gem; e escutar-vos-eis tambm a vs mesmos, os mur 41 mrios da vossa mente, o vosso corao, e os sinais vindos do vosso inconsciente. Estareis ento num estado de penetrante e intensa escuta e, portanto, j no andareis entretidos com opinies. Assim, se somos realmente srios, escutamos dessa maneira; e precisamos de escutar assim. Porque, como disse, a liberdade absolutamente necessria para a compreenso do que a Verdade.

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Cuidar afectuosamente de uma criana observar a criana, sem a condenar, sem 25 a comparar.